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Avatar de Rita Amaral

Também me tenho virado para o mundo físico, em oposição ao digital. Tirar a fotografia, colocar o disco, fazer o pão: parece que para sentirmos que estamos no presente, temos de usar os nossos sentidos, mexer as mãos e o corpo numa dança que é uma jornada até um objetivo. O estar fora da rede parece trazer uma calma e uma reconexão connosco próprios.

Sobre usar as marcas do passado, pode ser uma forma de fugir do presente e mergulhar num lugar confortável que não muda.

Avatar de Laura Trigueirão

Obrigada Lídia, por mais uma manhã de reflexão que me diz tanto.

Eu encontro no analógico uma simplicidade, autenticidade e até paz. Não só na fotografia, em tudo o que me faz reviver memórias, mas também no parar.

Ando sempre com uma máquina analógica de apontar e disparar na mala, de certa forma é um objeto âncora que me faz recordar do momento em que preciso de largar o “digital” e ir apenas, sem expectativas, sem querer mostrar aos outros. É libertador.

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